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quarta-feira, 5 de abril de 2017

TEXTO AUTORAL

Texto: O que me faz crescer
Disciplina: NTPPS
Aluna: Mikele Ferreira
Professora: Estefânia Freitas

O que me faz crescer obviamente em primeiro lugar é Deus que sempre permite êxito em tudo que faço. Logo depois minha família.  Meus avós que sonham em me ver em um futuro promissor e isto me motiva muito. Meus pais que me ajudam e me apoiam em tudo que eu faço. Isto me faz crescer por que tenho forças através dos incentivos. Meus irmãos me fazem crescer por que cada um deles me concedem essências para que eu seja de forma que sou. Um faz crescer de forma estudantil, o exemplo que tento seguir na escola, outro é aquele mais sério, mais ao mesmo tempo carinhoso que me faz crescer por existir, outra é minha confidente que me faz crescer, pois me aconselha, me orienta, principalmente em relação a minha vida amorosa, e a outra é a que me faz crescer sem perder o jeito criança de ser. Quem muito me fez crescer do 1° ano para cá foram os meus professores, em especial Mikaelle, Estefânia e Paulo Junior, que me fizeram refletir sobre a pessoa egoísta que eu era. Talvez ainda seja, mas não como antes por que me fizeram mudar e sou muito grata por isso. E a mais recente pessoa que me fez crescer e que eu amo é meu namorado, com ele pude perceber quantas coisas erradas já fiz e é com ele e por ele que estou crescendo, refletindo mais como vou agir com as pessoas, comigo mesma, com ele.

Eu cresci, mas ainda preciso crescer mais e por isso espero que Deus e todas essas pessoas me façam crescer mais ainda.



Prof. Mikaelle Sales
Coordenadora do LEI
05 de abril de 2017

terça-feira, 4 de abril de 2017

TEXTO AUTORAL

Texto-sentido: Minha Experiência com Núcleo
Everardo Rocha – 2º B
Professora: Estefânia Freitas 

Antes de conhecer o Núcleo minha noção de apresentação de trabalho era totalmente diferente. Eu aprendi a importância de ser um aluno-pesquisador,  me comportar  e a produzir trabalhos.
O Núcleo me ajudou  não só na escola, mas em quase todo lugar. No curso que estou fazendo agora fora da escola exige apresentações orais e pAra mim não foi nenhuma novidade, eu não tive dificuldade pois já praticava no núcleo.
Nós alunos precisamos dar mais atenção  a essa matéria pois ela é muito importante para  convívio  e o crescimento de cada aluno.


Prof. Mikaelle Sales
Coordenadora do LEI
04 de abril de 2017

terça-feira, 28 de março de 2017

TEXTO AUTORAL - PALAVRAS

Aluna: Larisse Viana - 2ºA

Palavras Palavras são como o vento,
Larisse Viana - 2ºA
Palavras são como uma flor, Palavras é tudo isso Envolvendo o amor. Elas completam uma frase, Seja la qual for, Não importa se nela haja raiva, Mas também há amor. Nas linhas de uma folha, Há palavras tão bonitas, Na tinta da caneta, Há rancor, há feridas. O coração não aguenta, Tanta tristeza e raiva, Por isso que a o sentimento, É a mais bela palavra. Com isso aqui encerrando, Meu belo e tal poema, Nunca esqueça das palavras, elas vão valer a pena.





Prof. Mikaelle Sales
Coordenadora do LEI
28 de março de 2017

TEXTO AUTORAL - SER JOVEM


Aluna: Larisse Viana - 2ºA

Ser Jovem


Ser jovem é fazer o bem;
Viver cada dia pensando que é o último;
Larisse Viana - 2ºA
Sonhar e fazer real;
Ser especial;
Ter vontade de viver;
Ser feliz;
Não ter medo do mundo;
Amar o próximo e ser amado;
Plantar o bem;
É brigar com os pais todos os dias;
Ter sentimentos;
Viver com os problemas.
É amar cada hora;
É ser você mesmo; É ter coração puro;
É sorrir;
É escolher caminhos;
É errar e não ter medo de tentar outra vez;
É ser esperto; É chorar;
Ter dias felizes;
Se arriscar;
Não ter medo das decisões que for tomar;
É passar por momentos de dor; É suportar;
Sonhar.
Mas nunca deixar esse jovem dentro de você acabar!





Prof. Mikaelle Sales
Coordenadora do LEI
28 de março de 2017


segunda-feira, 27 de março de 2017

TEXTO AUTORAL - NTPPS

TEXTO: Minha Experiência com o Núcleo     


ALUNA: Marília Pereira
PROFESSORA: Estefânia Freitas
TURMA: 2ºB


As aulas de núcleo me transformaram muito como aluna e pessoa. Desde o começo eu sempre achei a matéria interessante e diversificada, pois a disciplina baseava-se em aulas práticas o que dava mais prazer em participar, eu amadureci como aluna a respeito de ter responsabilidade em começar e terminar trabalhos. Nas aulas, nós alunos, sempre fazíamos as vivências e os trabalhos em grupos o que me possibilitou maior afetividade e interação com meus amigos, a respeito dos projetos, digamos que eu achei no começo um pouco complicado,era algo que tínhamos que fazer com muita responsabilidade e atenção pois o mesmo seria avaliado por outras pessoas. Com o decorrer das aulas notei uma grande diferença em mim mesma, pois eu tinha um maior domínio, tanto na leitura, interpretação e desenvolvimento pessoal, mais facilidade na comunicação e interação com o público e mais dedicação nos estudos, enfim. O núcleo contribuiu e muito na minha formação como estudante e pessoa.


Marília Pereira - 2ºB


Prof. Mikaelle Sales
Coordenadora do LEI
27 de março de 2017

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

POEMA - MEDO DE AMAR DE NOVO

ALUNAS: Larisse Viana, Larisse Matias, Luciana Vitória. (1º A)


Medo de amar de novo.


Queria tudo de novo
Um amor assim feliz
Queria um abraço...
Um sorriso sempre quis.


Não é fácil amar uma pessoa,
quanto menos ser amada,
As vezes tento esquecer do AMOR,
Pra viver assim do NADA.


Já vivi tantos amores,
Alguns já me iludiram,
Me machucaram,
me feriram...


Mas é assim mesmo,
irei aprender com o tempo,
Pois Amar não é passa tempo,
É se acostumar com o momento.


E aqui vou encerrando,
Falando de amor
E já vai acabando
o poema sofredor...
que não cansa de amar e sentir dor!


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

TEXTO ELABORADO NA AULA DE NÚCLEO

VALORES

     Devemos respeitar todos, pois todos têm direito de escolher com quem irão se relacionar. O respeito na sociedade não é muito comum, vivemos em um mundo preconceituoso, mas nunca devemos desistir daquilo que queremos.
       Temos amigos que nos aconselham, ficam ao nosso lado e nunca deixam de nos ajudar, já outros afastam-se, porém uma boa amizade nunca nos deixa na "mão". Existem aqueles que são injustos e não compreendem o lado do outro e sempre estão ali para julgar e apontar, nada melhor do que a justiça que sempre fica do lado do "bem".
       Temos que ser justos com todos, principalmente com aqueles que fazem parte de nossas vidas. Devemos todos ser responsáveis e compreensíveis com todos e com nós mesmos. Cumprir nossas obrigações e nossos deveres levando em consideração aquilo que acreditamos.
         Amar acima de tudo, pois onde há amor tudo se encaixa, tudo se resolve. O amor é a base para todas as coisas.


Equipe: Gisele Castro; João Victor e Luis Henrique.
Professora: Estefânia Freitas
Disciplina: NTPPS

terça-feira, 5 de julho de 2016

MONÓLOGO - GÊNERO

Texto: Tarcílio (3º A)

Aqui estou Senhor sem ter mais saída!

Porque as pessoas são assim pai?

Porque elas não conseguem aceitar seu próximo como ele é.
É tanto preconceito que muitos iguais a mim acabam onde estou. Por qual crime estou pagando?
Não me lembro de ter cometido algum. Ser assim não foi escolha minha se tivesse chance de ter escolhido não estaria passando por tudo isso. Posto pra fora, sem amor de família, sem amigos, apanhando de homens homofóbicos, sem nenhum direito na justiça que me defenda. Sozinho... Na escuridão e agora? O que será de mim?! Quando isso vai acabar? Ou será que nunca vai acabar? Digam-me o que tenho que fazer para que me aceitem, para que me amem de verdade deixando de lado esse ódio. “Ninguém nasce odiando outra pessoa por sua origem, por sua cor, por sua religião ou ainda, por sua opção  sexual. Pra odiar as pessoas precisam aprender e se podem aprender a odiar, podem ser ensinados a amar.



Prof. Mikaelle Sales
Coordenadora do LEI
05 de julho de 2016



quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

SAUDADES

Peço licença para sentir saudades. Saudades de um tempo que não volta, mas que contribuiu para fazer o homem que sou hoje. Saudades de uma felicidade simples, quando largava da escola e esperava ansiosamente para jogar no vídeo-game e brincar com meu cachorro. Do dia de sexta-feira que era mais feliz porque podíamos usar outros tipos de roupas para ir ao colégio. Saudades da satisfação que sentia quando minha família se reunia para passar o final de semana no sítio e eu ia observando cada animal que tinha lá. Nesse tempo, eu brincava com meus irmãos e tudo sempre acabava em confusão. Hoje, cada um mora em uma casa diferente. Naquele tempo, eu achava que um ano era muita coisa e que ele demorava demais para passar. Hoje, o ano passa que eu nem percebo, de repente, acabou. Saudades de um tempo em que eu me apaixonava inocentemente e achava que ia morrer de amor por não ser correspondido. Aquele sentimento movia muitas coisas na minha vida, eu me esforçava para ser uma pessoa melhor. Eu também tenho saudades de pessoas que eu nunca mais vi, do tempo em que eu vivia num mundo paralelo, onde eu conversava com meus animais. A tia da escola uma vez me perguntou quem eram meus amigos fora dali e eu disse que eram o meu cachorro, meu galo e meus coelhos. Eles realmente eram meus grandes amigos. E hoje deu saudades deles. Saudades do sim do meu pai, de pular de alegria quando ele me deixava fazer algo, que precisava de sua aprovação. Das travessuras das férias, da convivência com os primos. Sinto saudades de contar todo o meu dia para a minha mãe quando ia dormir e das cartas que trocava com meus amigos que moravam longe. Eu sinto saudades de uma época mágica, chamada infância. Lá eu também fui muito feliz. Agora, sou feliz com essas boas lembranças.

- Crônicas que eu não enviei



Texto dedicado aos alunos do 3º ano da Escola Edimar Martins.













Prof: Mikaelle Sales
Coordenadora do LEI
09 de dezembro de 2015

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

ENTREVISTA COM O COORDENADOR - RUY GONDIM

Questionário para o Coordenador
Ruy Gondim
Coordenador pedagógico 
EEM Vereadora Edimar Martins da Cunha



1. Quais as principais funções da coordenação pedagógica e quais os maiores desafios?
R. Gestão e planejamento do trabalho pedagógico com professores e alunos. O maior desafio é a de produzir um currículo baseado no planejamento participativo, na diversidade e nas necessidades de nosso público alvo.

2. Os professores solicitam apoio e orientação junto ao coordenador pedagógico quando algum conflito ocorre em sala de aula?
R. Sim, com muita frequência.

3. Como é a relação entre professores e a coordenação?
R. Do meu ponto de vista, é tranquila. Obviamente sempre há a tensão da cobrança, mas tento fazer essa tarefa com sutileza e gentileza.

4. O apoio pedagógico dado aos professores é adequado? Como ocorre?
R. Acho que é regular, em alguns momentos é bom. Meu desejo é poder trabalhar formações, estudar e planejar continuamente as aulas. Isso o tempo ainda não nos permitiu realizar plenamente.

5. Você recebe algum tipo de orientação ou supervisão em seu trabalho? Como ocorre?
R. Recebo do diretor e da superintendência da CREDE. Compartilhamos ideias e planejamos.

6. A sua escola trabalha a inclusão de alunos com deficiências? Quais os desafios e soluções possíveis?
R. Não trabalhamos, apesar de termos alunos com essas características. Nosso desafio é receber profissionais com formação para este tipo de desafio.

7. Você se sente um profissional realizado? Por quê?
R. Gosto do meu trabalho mas tenho muito o que construir para afirmar que me sinto completamente realizado.

8. Você considera que a disciplina de educação física é importante para a formação cidadã dos educandos? Por que?
R. Considero-a fundamental sob diversos aspectos, pela valorização da inteligência sinestésico-motora, emocional, intra e interpessoal. Sua carga horária tem de ser ampliada.

9. A escola oferece recursos, materiais e pedagógicos, adequados para as aulas de educação física?
R. Sim, oferece. Desde quadra poliesportiva, a mesa de tênis de mesa, xadrez, dama e etc.

10. A escola proporciona capacitação para o crescimento profissional dos professores de educação física?

R. Não. Infelizmente não conseguimos ainda. Está em nossos planos.

Prof. Mestre Ruy Gondim.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

NTPPS-Núcleo de Trabalho, Pesquisas e Práticas Sociais

Turma: 1ºA
Prof.: Estefânia Freitas 
Tema: Preconceito no cotidiano
Autora: Tais Silva

Preconceito nada mais é que negar o outro. 
Coisa que eu não gosto! Gente que faz de tudo pra deixar o próximo para baixo , humilha ; isso para mim não é um ser humano; pois somos feito na semelhança do Senhor  e temos que respeitar o Seu nome, temos que Amar e mostrar para o mundo e a sociedade para que ela possa aceitar o que Deus fez e criou , pois todos temos defeitos, basta olhar pra si!

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

PARCERIAS ORIENTAM VOCAÇÃO DOS JOVENS NA EDIMAR MARTINS

Diretor Escolar Sidclei Gondim
              Duas parcerias feitas pela Escola Edimar Martins, Caio Prado, estão auxiliando os alunos no dilema da escolha correta da profissão: o projeto “Vocação na Escola”, parceria com a Faculdade Católica Rainha do Sertão de Quixadá, através do Curso de Psicologia, busca orientar os 40 estudantes do 2º ano A pela via do autoconhecimento, da reflexão crítica de si, das influências que exercem e sofrem do meio em que vivem, a identificar seus interesses, aptidões e habilidades; dessa forma, escolherão com convicção e baseados em suas potencialidades uma carreira que lhes garanta sucesso econômico e satisfação. À frente das dinâmicas do projeto – que prevê 05 encontros dos quais o primeiro aconteceu no dia 21/09 - estão os jovens estudantes de Psicologia Jeferson Saldanha e Janny Hellen Cavalcante sob a supervisão da Psicóloga Mércia Capistrano.

              Focado na formação pessoal, social e profissional, o segundo projeto - “Juventude Empreendedora (JUVEMP)” – iniciado em 21/09, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, Secretária Dayse Rodrigues – visa a integração do jovem em situação de maior fragilidade social buscando orientá-lo para uma profissão específica e, assim, integrá-lo ao mercado de trabalho. Os participantes irão elaborar, no decorrer do curso, ações de intervenção social, estudos do potencial econômico local e construirão seus projetos de vida profissional. A coordenação do JUVEMP é feita pelo Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT) em cuja equipe há psicólogos, economistas, pedagogos, assistentes administrativos e um gerente. Na Escola Edimar Martins o projeto funciona com duas turmas (20 jovens, cada); pela manhã – com alunos dos terceiros anos – e à tarde, com jovens egressos do ensino médio. A monitoria do JUVEMP  é da jovem Bruna Carícia Bezerra e a facilitadora é a Prof. Isabel Barros.

            Os projetos são importantes porque, além de orientar nossos estudantes à uma vocação mais condizente com seus sonhos e potenciais, propiciarão, à equipe pedagógica, ricos documentos (pesquisa sobre o mercado econômico local, projetos de vidas profissionais, habilidades, interesses, aptdões...) que serão fontes de reflexão e estudos pedagógicos.

Prof. Sidclei Gondim


Equipe.













quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O ENEM É UM DIREITO SOCIAL

Autor: Sidclei Gondim


       O ENEM É UM DIREITO SOCIAL

          A educação brasileira como um direito social de todos é fenômeno recente no país. Desde 1.500, quando da chegada de Cabral, que esse direito essencial ao desenvolvimento e fortalecimento de um povo enquanto nação foi negado à maioria da população. As elites colonizadoras só permitiram o ensino com o viés da “catequização”, do adestramento dos nativos. Ensinar nos primeiros anos de Brasil era “desculturalizar” o nativo e adaptá-lo a cultura portuguesa. Não se ensinava o povo para desenvolvê-lo; ensinava-o para escravizá-lo, tutelá-lo. Por conseguinte, o currículo de aprendizado se restringia a “como ser um bom europeu”.
           Essa anomalia inicial (de uma educação inexistente para a maioria) se prolongaria por longos anos. Somente na primeira metade do século 20, o Brasil iria começar a democratizar o acesso ao ensino básico - por força de uma crescente industrialização que impunha uma maior qualificação técnica aos futuros operadores das máquinas industriais.
          No que diz respeito ao ensino superior, quase 400 anos depois da chegada de Cabral - e atrasado em relação a muitos países, inclusive latinos - o Brasil fundaria sua primeira universidade e, mesmo assim, voltada aos filhos dos ricos e abastados. Estes se formavam, antes, na Europa, em geral adquiriam diploma de médicos e/ou advogados para cuidarem das terras dos pais ao voltarem ao país.
Portanto, um dos mais importantes direitos sociais para o crescimento de uma nação era sonegado ao brasileiro: o direito a educação.  Somente nos anos 90, quase 500 anos depois dos portugueses, a educação básica seria democratizada e, a partir dos anos 2000 do século 21 é que a universidade passaria a ser acessível aos menos favorecidos do Brasil. Nos últimos tempos universidades e extensões tem sido criadas e, através de politicas educacionais de acesso como o ENEM, os brasileiros tem alcançado o sonho do ensino superior.

         O ENEM, assim, é um importante direito social que deve ser valorizado pelo Brasil como um meio de consertação de um equivoco histórico cometido contra o povo. 

Diretor escolar Sidclei Gondim.


segunda-feira, 20 de abril de 2015

REDAÇÃO NOTA 1000

Foi disseminado entre nossos jovens que atingir a nota 1000 na redação do Enem é difícil, para tanto a escola Edimar Martins disponibiliza quinzenalmente oficinas de redação com professores voluntários para atender a nossa gama de interessados. 
Observem a estrutura de uma das 250 redações que atingiram a nota máxima em todo território brasileiro.


Candidato: Juan Costa da Costa, 16 anos (PA).

Muito se discute acerca dos limites que devem ser impostos à publicidade e propaganda no Brasil – sobretudo em relação ao público infantil. Com o advento do meio técnico-científico informacional, as crianças são inseridas de maneira cada vez mais precoce ao consumismo imposto por uma economia capitalista globalizada – a qual preconiza flexibilidade de produção, adequando-se às mais diversas demandas. Faz-se necessário, portanto, uma preparação específica voltada para esse jovem público, a fim de tornar tal transição saudável e gerar futuros consumidores conscientes.
Um aspecto a ser considerado remete à evolução tecnológica vivenciada nas últimas décadas. Os carrinhos e bonecas deram lugar aos “smartphones”, videogames e outros aparatos que revolucionaram a infância das atuais gerações. Logo, tornou-se essencial a produção de um marketing voltado especialmente para esse consumidor mirim – objetivando cativá-lo por meio de músicas, personagens e outras estratégias persuasivas. Tal fator é corroborado com a criação de programas e até mesmo canais voltados para crianças (como Disney, Cartoon Network e Discovery Kids), expandindo o conceito de Indústria Cultural (defendido por filósofos como Theodor Adorno) – o qual aborda o uso dos meios de comunicação de massa com fins propagandísticos.
Somado a isso, o impasse entre organizações protetoras dos direitos das crianças e os grandes núcleos empresariais fomenta ainda mais essa pertinente discussão. No Brasil, vigoram os acordos isolados com o Poder Público – sem a existência de leis específicas. Recentemente, a Conanda (Comissão Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente) emitiu resolução condenando a publicidade direcionada ao público infantil, provocando o repúdio de empresários e propagandistas – que não reconhecem autoridade dessa instituição para atuar sobre o mercado. Diante desses posicionamentos antagônicos, o debate persiste.
Com o intuito de melhor adequar os “consumidores do futuro” a essa realidade, e não apenas almejar o lucro, é preciso prepará-los para absorver as muitas informações. Isso pode ser obtido por meio de campanhas promovidas pelo Poder Público nas escolas (com atividades lúdicas e conscientizadoras) e na mídia (TV, rádio, jornais impressos, internet), bem como a criação de uma legislação específica sobre marketing infantil no Brasil – fiscalizando empresas (prevenindo possíveis abusos) – além de orientação aos pais para que melhor lidem com o impulso de consumo dos filhos (tornando as crianças conscientes de suas reais necessidades). Dessa forma, os consumidores da próxima geração estarão prontos para cumprirem suas responsabilidades quanto cidadãos brasileiros (preocupados também com o próximo) e será promovido o desenvolvimento da nação.






Prof. Mikaelle Sales

Coordenadora do LEI

20 de abril de 2015

sexta-feira, 6 de março de 2015

RESILIÊNCIA, COMO ENFRENTO SITUAÇÕES ADVERSAS?

Redação proposta pela professora Estefânia Freitas nas aulas de núcleo.

Nome: Dayane Fraga
Turma: 3º B

OBRIGADO DEUS
Há três aos atrás, me deparei com um problema de saúde. Numa quinta feira a noite comecei a sentir dor e acabei desmaiando, fui levada ao hospital, o médico me passou um medicamento. Dois dias depois fui ao posto de saúde com minha mãe, encaminharam-me para fazer um exame, ultrassonografia pélvica, descobri que estava com um sisto no ovário; fui encaminhada para a policlínica em Baturité. O médico me examinou e constatou que havia um cisto em meu ovário.
Passada duas semanas, fui a um culto na cidade de Pajuçara, e lá fui curada. Depois disso fiz um novo exame na clínica da mulher e graças a Deus o médico disse que estava tudo normal comigo.
Obrigada meu Deus!


RESILIÊNCIA, COMO ENFRENTO SITUAÇÕES ADVERSAS?

Redação proposta pela professora Estefânia Freitas nas aulas de núcleo.

Equipe: Janaína Medeiros, Isabela Leal, Raiane Rodrigues, Marcelo Pereira e Gleiciane Eugênio
Turma: 3º B


PROFESSORES: GRANDE EXEMPLO DE RESILIÊNCIA

Guerreiros, pacientes, corajosos, conselheiros e batalhadores. Essas são características de profissionais que lutam por uma educação e por pessoas melhores.
São pessoas com grande capacidade profissional que através delas surgem pessoas capacitadas para outras profissões: médico, engenheiro, arquiteto, entre outros.
Desde os primórdios os professores não são reconhecidos como devem ser. Sofrem pela má remuneração, bullyng, na maioria das vezes praticados pelos próprios alunos, falta de assistência governamental.
Apesar de tudo, têm amor a sua profissão e buscam terem um reconhecimento melhor na sociedade atual.



POEMA

Poema criado na oficina de Núcleo sobre o tema: TRABALHO.
Prof.: Estefânia Freitas

Aluno: Lucas Silva
Turma: 3° A

O QUE SIGNIFICA TRABALHAR

"Vou cantar uma cantiga, vou cantar
É meu destino, pois tenho que trabalhar
Posso ser corajoso e sem negar
Pergunto a música até o meu desejo despertar.

Saio pelo mundo sem parar para pensar
Vejo que trabalhar é algo para se amar
Mas se deve ter respeito e não pressionar.

Então vamos pessoal a mão na massa colocar
Pois a vida nos leva, mas nem sempre é em um bom lugar
Pois para ser alguém na vida teremos que trabalhar.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Restos do carnaval in Felicidade Clandestina de Clarice Lispector- 1998

Restos do Carnaval


Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro ano. E quando a festa já ia se aproximando, como explicar a agitação que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.